terça-feira, 10 de agosto de 2010
Socorrei!
simplesmente, me abrace

quinta-feira, 5 de agosto de 2010
E o amor?

5 dicas pra manter o amor:
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
E não é que deu certo?!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Pra que estudar, né?

Escolhidos entre centenas de jovens para participar do comitê organizador da conferência Global Model United Nations, da ONU, de 14 a 18 de agosto, dois universitários brasileiros vivem o drama de não conseguir custear o preço da passagem para o evento, em Kuala Lumpur, capital da Malásia.
A estudante de Ciências Sociais da USP Juliana Moura Bueno, de 20 anos, e o aluno de Relações Internacionais da PUC-RJ João Pedro Lacerda de Sá Teles, de 21, foram chamados após rigorosa seleção. Mais de 500 jovens de todo o mundo participarão do fórum, mas só 28 como parte do comitê organizador.
Os universitários tiveram treinamento na sede da ONU, em Nova York, em junho, e foram instruídos pela entidade a procurar patrocínio em seu país. Há um mês e meio buscam, sem sucesso, instituições para ajudá-los. Yvonne Acosta, responsável na ONU pelo evento, diz que "em casos como esses pedimos aos participantes que consigam os fundos". Ainda assim, ela tenta levantar a verba. "É difícil, porque o Brasil fica longe da Malásia, e as passagens são caras."
"Mandamos mais de 50 e-mails", diz Juliana. "Sempre ouço nossos governantes e empresários dizendo que apostam nos jovens, mas o que vi até agora foi um total e completo descaso." Na USP, o pedido de Juliana foi encaminhado à pró-reitoria de graduação, mas não foi respondido.
As companhias aéreas sugeriram que eles buscassem nos sites tarifas mais baratas. O Santander afirmou que só dá bolsas para programas com "universidades conveniadas". O MEC disse que não há "previsão legal" para esse tipo de ajuda e o Ministério das Relações Exteriores, que não há previsão orçamentária.
"Não imaginei que seria tão difícil assim. Fomos escolhidos pela qualidade do nosso currículo, já participamos de simulações da ONU", diz João, que estuda com uma bolsa integral do ProUni. A passagem para Kuala Lumpur custa cerca de US$ 2,5 mil dólares (R$ 4,4 mil).
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Acabou a Doriana!

quinta-feira, 22 de julho de 2010
Filhotes

Hoje quando acordei meu filho olhou pra mim e disse "bom dia, princesa".
Você que é feito de azul
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
love is NOT a game.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Precoce?!
sábado, 17 de julho de 2010
Comportamento hospitalar

Estou há 3 dias com a minha filha internada num hospital pediátrico aqui da cidade. O motivo é uma longa história de erros e displicência médica. Mas isso não vem ao caso.
- Sabe aquela regra: não buzine próximo a hospitais? Pois é, aqui no centro da cidade ninguém respeita. Isso vale para freadas bruscas, roncos de motor sem necessidade e gritos durante a madrugada...portanto, mantenha a paciência.
- Se o hospital não serve refeições para o acompanhante, jamais caia na cilada de ir comer na cafeteria deles. Você pode pagar R$10, 00 por um café com leite e um misto quente. Se você tiver alguém com quem revezar, saia um instantinho e busque uma panificadora, ou restaurante nas proximidades.
- Exija limpeza, carinho, atenção, dedicação da equipe e toda explicação que quiser pras suas dúvidas. Muita gente se sente constrangida em exigir um tratamento digno nos hospitais. Principalmente se estão internadas pelo Sistema Único de Saúde ou por planos. De qualquer forma, você merece o melhor tratamento que possam lhe dar.
- Com todo respeito a classe médica, mas não deixe que eles te enrolem. Alguns profissionais tem o costume de falar "mediquês" quando não querem que você entenda a real situação do paciente. Eu já falo de cara: doutor, me explique como se eu tivesse 5 anos!
- Se o paciente for seu(ua) filho(a), não deixe que o levem para procedimentos exames sem a tua presença. Não saia de perto dele (a) por nada.
- Agradeça, seja educado e gentil quando for bem atendido. Gratidão e gentileza nunca é demais. Posso garantir que essas atitudes tornam a estadia mais calorosa.
- Leia bastante, faça tricot, acesse a internet, faça qualquer coisa para que o tempo passe sem que você fique apenas focada nos problemas, na doença. Isso deprime qualquer um. E nada pior que um acompanhante deprimido. Você tem que ser o esteio da situação!!
- Não faça barulho desnecessário, principalmente a noite.
- Ore o tempo todo para que a situação seja contornada. Deus (da forma como você o concebe) nunca abandona.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O goleiro, a moça e o delegado

Sobre esse caso do goleiro, da moça de vida NADA fácil, do delegado falastrão.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Abduzida.

Mau humor é patológico. Fato. E eu sofro dessa doença. Infelizmente.
Tô tentando me manter equilibrada mas tem uma série de coisas que me azedam e 'nem-um-quilo-de-açúcar-me-adoça'.
Tem muito amigo entre aspas querendo dizer que me ama.
Tem muita gente que me cobra coisas que eu não consigo corresponder.
Tem muito trabalho bacana pra eu fazer que não me deixam...
Tem muito filme estreando, restaurante abrindo, livraria liquidando, tanta cerveja gelada por aí. Não consigo usufruir.
Tem gente mais bem vestida, mais animada, mais leve e eu me sinto estagnada.
Tem tanta conta pra pagar, roupa pra lavar, janela pra limpar...
É...complicado. Vamos empurrando com a pancinha - pancinha esta que não consigo perder.
No mais, me achem rabujando no twitter.



